26 de outubro de 2017

CLICHÊ surpreendente da autora Carol Dias



Oi, minha gente !!! Tuuuuuuro bom?

 

Estou amando voltar com as resenhas! E venho hoje de um dos assuntos que mais gosto! Poder falar deles sem ofender o autor é libertador. Taí uma coisa que senti ao ler esse livro: Ele é despretensiosamente LIVRE!

A resenha de hoje é sobre “CLICHÊ”, de Carol Dias, da LER EDITORIAL.

Mas antes de qualquer coisa, a SINOPSE, néammm?

 

clichê

 

 

Marina Duarte está no vermelho. Dona de dupla graduação nas melhores faculdades públicas do Rio de Janeiro, seu sonho de construir a vida nos States não está funcionando.
Decidiu se mudar para ficar perto da tia, sua única família, mas a crise não está ajudando em nada sua carreira.
Sem saber como pagar as contas do próximo mês, Marina aceita uma vaga de babá na mansão da família Manning. Ela só não podia imaginar que sua vida mudaria completamente, apenas por conhecer duas crianças e um chefe viúvo – e gato, maravilhoso, cheiroso e gostoso –, que precisa urgentemente de sua ajuda.

 

LIVRO: CLICHÊ
SÉRIE: CLICHÊ
AUTORA: Carol Dias
EDITORA: Ler Editorial
PÁGINAS: 284

 

 

 

 

Cheguei a esse livro por uma indicação, em vídeo, da autora Tatiana Amaral. Estou bem  no ápice de um momento “ressaca literária”, precisando ler algo leve e despretensioso. Ao mesmo tempo tenho me queixado bastante do excesso de “clichês” que tenho visto em várias histórias. Das duas uma: Ou eu estou lendo demais o mesmo gênero ou as autoras estão caprichando muito no babado. E olha que eu até curto “clichezagem”. O que seria da vida sem ele, né? Viver já é um. Mas tem que saber usar o babado nas histórias. Por isso qual não foi minha surpresa quando me deparei com o livro que assume o que é desde o título? É clichê mesmo, clichezão… Daqueles que a própria “mocinha” tira sarro da situação. E isso, a meu ver, é muito bom!

Vamos lá “CHICHEZAR”?

 

Marina Duarte é uma brasileira, formada em duas faculdades ligadas à música, que decidiu largar tudo em seu país e ir morar em New York, nos Estados Unidos, perto da tia, sua parente mais próxima. Chegando lá, as coisas não acontecem exatamente como ela esperava. Após passar por momentos difíceis, tipo muita conta a pagar e nada a receber, pede a ajuda a tia, que lhe consegue um emprego de babá na casa de um empresário recém viúvo e pai de dois filhos pequenos.

De primeira, Marina se apega as crianças e sente necessidade de tirá-las da tristeza causada pela perda da mãe. Para isso, não poupa esforços e decide usar a música, algo que trabalhou anteriormente com crianças de uma instituição social.

 

Mas quer saber qual é o clichezão do clichezão?

 

É ela, a babá, se apaixonar pelo chefe-rico-empresário-dono-de-boa-parte-de-new-york. Nove entre dez CEOs dos livros dessa nossa terra, são trabalhados nessa modalidade. Eu preciso confessar que amei! Pra começar, que falar de New York já é meio de caminho andado para o meu coração! Segundo, que a própria sabe o quão isso é batido. E ri disso. Amo quem sabe rir de si.

Killian Manning (ou Sr. Manning, ou delícia de homem) é um jovem viúvo que perde a mulher prematuramente, tendo que criar os dois filhos (Dorian, de 7 anos, e Alison, de 4 anos) sozinho. Ele tem o estereótipo do homem bonitão, cheiroso e charmoso. Mas consigo ver algumas coisas diferentes nele: Uma, que ele assume bem cedo estar interessado nela e, outra, que ele não faz o tipo garanhão, que machuca o coração de todas e muda ao se apaixonar pela protagonista. Ele é super careta. É aquele tipo que só se apaixonou uma vez na vida, mas está aberto a refazer sua vida, sem destruir o coração de Marina. Ela, por outro lado, é a mais plantada dos dois. É a que tenta convencê-lo a levar as coisas com mais calma. Não tem nada de donzela, de bobinha, de dependente de “príncipe para se salvar”.

 

Expectativa X Realidade

 

Não venha ler o livro esperando encontrar uma história mirabolante e mega power criativa, nem, tão pouco, querendo ler algo cheio de emoções fortes, perseguições, rivais super loucas e “mocinho” que faz um monte de coisas erradas. Nem tão pouco, a que quer chorar, sofrer, ver um sexo selvagem ou um beijo de tirar o fôlego. Tem nada disso. O foco principal não é o romance. É um chick lit leve e propício para quem quer limpar a “caixa” de livros pesados recém lidos. E eu amei! Foi do tamanho da minha expectativa. Foi simples e não simplório.

Li rapidinho e me diverti muito. Apesar da história ter um princípio pesado de morte, encara tudo de forma leve e positiva. E para coroar, é do jeito que eu gosto: Com a protagonista forte, sem se dobrar pra quem quer que seja. Embora em alguns momentos, eu a sinta deslumbradinha ao se deparar com as coisas luxuosas que Killian lhe proporciona. Quem nunca? Quem não? Ainda mais em New York.

É claro que no percurso, eles vai aparecer gente baixo astral, que nem é feliz, nem quer que os outros sejam, que vai tentar pôr sal no pudim do casal. Mas nada que a autora não tenha resolvido em duas ou três páginas. Inclusive, Carol Dias é uma grata surpresa! Ainda mais que descobri que ela tem apenas 22 anos.

 

Sobre a capa

 

A capa é linda! Comprei em ebook, mas assim que der, quero comprar em físico. Porque acho o tipo do livro bom pra enfeitar a estante e dar de presente para uma amiga que não gosta muito de ler coisas pesadas ou que está “se iniciando” no mundo das leituras.

 

Vai ter mais um?

 

Já fiz minha pesquisa básica e vi que tem “CLICHÊ – livro 2”, que é sobre as venturas e desventuras de Carten Manning, o irmão mais novo e idiota de Killian . Vou comprar e já guardar para minha próxima “limpeza de HD”. É uma boa indicação para ler na primavera, deitada numa toalha/canga no parque ou na praia, comendo pipoca e bebendo um suquinho de limão.

 

clichê

 

Em suma, eu super indico. É comprar, pegar a pipoca, o suco de limão e se divertir.

Quer comprar “CLICHÊ”? VENHA!

 

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