Tag: seriado

MISTER BRAU – REPRESENTATIVIDADE !!!

Categoria(s): | Publicado em: 23 de outubro de 2015

Oi, gente !!! Tudo bom?

 

Alguns temas sempre serão polêmicos, independente de vontades. Acabei de assistir alguns capítulos de MISTER BRAU, novo programa da Rede Globo, protagonizado por Lázaro Ramos e Taís Araújo.

Eu fiz um vídeo e gostaria muito de compartilhar minhas impressões com vocês. Que tal dar um CLIQUE?

Não esquece de CURTIR, COMPARTILHAR e COMENTAR, se gostar do vídeo e SE INSCREVER no canal.

Vumbora? Muuuuuuuitos abadás !!! 😉

 

               


VICIADA EM SÉRIES: NASHVILLE !!!

Categoria(s): | Publicado em: 5 de outubro de 2015

Oi, gente !!! Tudo bom?

Eis que a de cá tem uma nova cachaça: NASHVILLE, seriado americano exibido pela ABC nos EUA e pela Sony no Brasil que estreou em 2012, abordando o universo da country music americana. Adoooooooooro !!! ♥♥♥

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Talvez vocês até já conheçam. Há tempos gostaria de falar sobre essa série aqui, mas estava quieta, por não estar conseguindo acompanhá-la como eu gostaria. Descobri esse vício no NetFlix, mas, infelizmente, lá só estava disponível a primeira temporada (agora nem isso). Aí, aqui em Hawaii, descobrimos um primo distante do Netflix, o Hulu, onde a reencontrei e atualizei todas as temporadas em uma semana. Tudo em inglês. Melhor treino impossível. ÊEEEEEE !!! 

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Bom, o babado começa quando Rayna James (Connie Britton),  uma cantora super famosa e querida, vendo sua carreira em crise, é aconselhada por seus produtores a realizar uma turnê conjunta com Juliette Barnes (Hayden Panettiere), a estrela do momento. Rayna vem sendo considerada pela crítica demodê e ultrapassada, mesmo ainda sendo alvo de notícias e distribuindo sempre muitos autógrafos, enquanto Juliette é vista como uma jovem em ascensão, mesmo sem a mesma base da outra. Acontece que os shows de Rayna estão cada vez menos frequentados, ao contrário dos de Juliette.

Juliette quer o lugar de Rayna. Fato. E, para isso, não mede esforços, inclusive, passar por cima de qualquer um. Já Rayna acredita que pode virar o jogo se fizer um novo álbum, gravando as canções compostas pela jovem Scarlett O’Connor. Rayna tem duas filhas, Maddie e Daphie, e começa a história casada com o ambicioso Teddy Conrad. Casamento este, arranjado por seu pai, Lamar Wyatt, político influente em Nashville, que quer ver o genro como Prefeito da cidade.

Maddie e Daphie Conrad, as duas filhas de Rayna também cantam.

Maddie e Daphie Conrad, as duas filhas de Rayna também cantam.

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Deacon, Rayna, Teddy, Juliette e Scarlett

A história já está na quarta temporada e muuuuuuuuuuuita coisa aconteceu desde então. Muita gente morreu, outras mil gentes nasceram, novos personagens entraram, casamentos e namoros foram desfeitos, outros refeitos… NASHVILLE tem uma pegada bem interessante, por abordar o universo musical e seus bastidores, além de retratar dilemas de artistas consagrados e iniciantes, através de temas inerentes aos seres humanos, como drogas, discriminação, alcoolismo, sexualidade, depressão pós parto, luto, gravidez, frustração, suicídio, dentre outras coisas. Alguns episódios, tiveram a participação de  artistas consagrados na vida real, dentre eles, Christina Aguilera, que não fez ela mesma.

Participação especial de Christina Aguilera

Participação especial de Christina Aguilera

Tem vídeo dessa participação também:

         

Eu, particularmente, não sou muito fã de histórias com muitas músicas. Acho cansativo. Mas nesse caso, eu super comprei a ideia, porque, além da gente acompanhar a composição destas, a gente vê sua materialização através de artistas bem talentosos. Adooooooro esse momento, inclusive. Quem quiser ouvir alguma dessas interpretações, a ABC tem um canal no Youtube e super disponibiliza pra quem quiser acompanhar. Clique AQUI e dê uma conferida !!!

    

    

Eu, quando adolescente, era apaixonada pela novela A HISTÓRIA DE ANA RAIO E ZÉ TROVÃO, que contava a história dos dois peões interpretados por Ingra Liberato e Almir Sater, que viajavam pelo Brasil, em caravana, para participar de rodeios. Almir Sater, também é cantor e, volta e meia, nos embalava com suas lindas canções na novela. Mesmo quem nunca ouviu falar dele, já ouviu alguma de suas canções. É claro que o universo country brasileiro é completamente diferente do universo country americano. Eu gosto dos dois. Não me refiro ao sertanejo de Zezé e Luciano. Daqui do Brasil, eu gosto daquele de raiz. E Almir é raiz. Quem nunca ouviu ou leu as letras de “Tocando em Frente”? “Ando devagar porque já tive pressa (…)”. Amoooooo !!!

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Música Zé Trovão canta pra Ana Raio

          

Tocando em Frente

         

Voltando a NASHVILLE, “diz que” a ABC resolveu dividir essa nova temporada em dois blocos. Ou seja, um bloco até outubro e o próximo só em 2016. Isso significa que a gente pode passar alguma raiva tendo que esperar algum desfecho só no próximo ano. Ai, ai, ai… 🙁

As duas protagonistas !!!

As duas protagonistas !!!

Para quem gosta de romance, drama, risos, muito choro, melação, cuiudas (às vezes, os roteiristas inventam coisas surreais)… É, sim, uma boa pedida !!! Eu gosto e dou fácil, fácil QUATRO ESTRELAS. ⭐️⭐️⭐️⭐️

Quer o link do seriado na ABC? Toma !!! CLIQUE AQUI !!! Mas é em inglês, hein? A legenda também. Se quiser com legenda em português tem o canal SONY BRASIL CLIQUE AQUI então.

Vou ficando por aqui, porque tenho alguns livros pra ler.

Tentarei postar mais dicas aqui por esses dias.

Beijo da de cá !!!


The Murder Of Princess Diana

Categoria(s): | Publicado em: 22 de setembro de 2014

Oi, gente !!!

Acabo de assistir ao filme “The Murder Of Pricess Diana”, que conta a história da morte de Lady Di, a partir do olhar de Rachel, uma jornalista norte-americana que foi à Paris especialmente para fazer uma reportagem sobre ela, se hospedando no mesmo hotel e acompanhando seu dia a dia e, por conta disso, praticamente viu a tragédia. Ela tenta provar que foi muito mais do que um acidente e que os paparazzis não foram os grandes responsáveis pela morte da princesa. É uma história tensa, triste, misteriosa, perigosa e com doses de “cuiuda”. Não entendi como ela entrava e saía do hotel sem mostrar qualquer documento. Só dizia que estava hospedada e entrava tranquila. Muitas vezes, saía pra falar com algum amigo fotógrafo e ninguém questionava. Acho até que o filme tenta mostrar como o esquema de segurança de Diana era frágil, mas achei alguns exageros, sim. Será mesmo que Di foi assassinada? Será mesmo que ela incomodava a ponto de ter sua vida tirada? Será que ela estava realmente grávida? São tantos “serás?”.

Com ajuda de amigo-affair policial, a jornalista tenta ir a fundo na investigação, mas é quase sempre impedida pelos que não querem que essa verdade venha a tona. Isso, inclusive, a coloca em risco. Se foi ou não, não acredito que um dia seja revelado. Serão sempre especulações. Não é nenhum filme imperdível, mas se está procurando mais algumas coisa pra ver no Netflix, por que não? Mas, de certo, assim que terminar, você vai querer ver outra coisa pra compensar.

Bom, não é de hoje que curto história de princesas. Canceriana típica, amoooooooo !!! Isso foi desde sempre. Ainda estou doida para encontrar o seriado “Diário de Princesa”, que assisti quando adolescente sobre as princesas Sarah Ferguson e Lady Di. Simplesmente, sumiu. Já cacei no google, no youtube… e nada. Era mais focado no romance de Sarah e do príncipe Andrew, de longe o príncipe que eu mais gostava. Era um casal mais tranks, resolvido… Tanto que até hoje, mesmo após a separação, continuam amigos. Diana também estava muito presente no filme, já que era a melhor amida de Sarah. Não entendi porque sumiram com a série. Assisti na Globo. Acho que foram quatro ou cinco episódios. Talvez pela crítica à família Real deram sumiço, sei lá. Também não me lembro se era realmente esse nome, mas era algo próximo. Quem sabe no dia em que eu estiver dominando o “english” eu fuce mais. Whatever…

 "Memorial de Vitoria" no Palácio de Buckingham. Troca da guarda (Londres)

Na porta deles. Palácio de Buckingham. Troca da guarda (Londres)

Palácio de Buckingham

Palácio de Buckingham

As "Marienes de Castro" (olha a flor no chapéu) trocando de turno.

As “Marienes de Castro” (olha a flor no chapéu) trocando de turno.

Amo os filmes com esse tema, sejam eles verídicos ou não. E especialmente a história das princesas do Reino Unido me cativou mais. Amava Di, detestava Charles… Uma vez fui ao Museu Madame Tussauds, em Londres (aquele museu de cera que copia fielmente as celebridades) e notei que o boneco de Di ficava num canto, triste, olhando pra família Real no outro, inclusive, Camila ao lado de Charlie. Achei podre e tendencioso. Fiquei hastag chateada. Eles colocam ela ali frágil, com cara de boba… E eu não acredito. Ela, como muitas de nós, só queria ser feliz ao lado do homem que amava e entrou de gaiata no meio de uma relação, que  já começou errada. Como fizeram isso com ela?

Em minha ida à Londres em 2009 achei curioso como tudo respira em torno dos monarcas. As pessoas, por exemplo, param pra ver a troca da guarda real. oi? Você percebe um burburinho e quando sai pra ver são apenas os soldadinhos trocando de turno. Imaginem !!! Ri demais !!! Mas gostei da cidade. Gosto desse clima de história e de respeito por ela.

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Harry e Camila… Não achei a foto que tirei de Lady Di no Tussauds. Cadê? Aff… Não gostei dela.

Por outro lado, imagino como foi pra Charles amar uma e ter que fingir que amava outra. Vida cruel essa desses RPs  de luxo (eles não passam disso), né? E não podemos nem dizer que eles escolheram. É uma vida frágil, controlada, limitada, cheia de pressão e, muitas vezes, cruel. Uns deprimem, outros fingem, muitos enfrentam e a maioria se conforma. É um preço bem alto que se paga, para parecer perfeito e impecável.  Mas é isso. Cada qual com seu abadá.

Charles nunca foi gatinho. Sempre preferi Andrew e torço muito pra William assumir o trono, ao invés do pai. É a tendência, né? Parece que Kate, a mulher dele, chegou aí para fortalecer isso. Eles parecem felizes e apaixonados. Tomara. E se não for também, paciência. “É tempo de murici, cada um que cuide de si”.

E eu de cá, vou acompanhando “a vida de quelé” e torcendo para que essa história termine como nos livros que eu lia quando era criança. Lá eles viviam felizes para sempre. Apesar de achar difícil alguém ser feliz tendo como matriarca uma chata como a Rainha Elizabeth. Mas se ela é assim é porque dão ousadia, né? E talvez, coitada, assim como Dilma, nem seja ela que mande. É “muito cacique pra pouco índio”. Mas isso é assunto para outro post. Uia.

Beijo.

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Ainda sobre sexo, as negas e outras coisitas…

Categoria(s): | Publicado em: 20 de setembro de 2014

Olá, gatíssimos !!!

Essa semana foi coisa, né? Finalmente “Sexo e as Negas”, o seriado polêmico de Miguel Malabella estreou. Como já falei, não sou muito fã dele. E confesso que só assisti ao primeiro capítulo pelo alarde. Não perco meu sono por quase nada nessa vida. Referências? Me desculpem, mas não é na TV que as busco, apesar de me identificar com algumas coisas. Mas se for pra ter referências, temos algumas, sim. Então, por que não falar das boas? Tivemos a belíssima novela “Lado a Lado”, temos brilhando na TV os atores Lázaro Ramos, Taís Araujo, Milton Gonçalves, Camila Pitanga, Ailton Graça, Fabrício Boliveira, Zezé Mota, Sheron Menezes, no telejornal Gloria Maria, Heraldo Pereira… E quero ver isso ver isso crescer, cada vez mais.

Quanto à versão daqui de “Sex And The City” (história das quatro mulheres novaiorquinas que chegou em minha vida num momento muito delicado de desapego e que foi providencial), gostei das musicas (liiiiiiiiiiindas), das atrizes (boas e liiiiiindas)… Mas do seriado em si, ok, eu deixaria passar. Se não fosse tanto barulho seria mais um, como “Pé na cova” e tantos outros sem sal e sem açúcar que ele costuma fazer. E ele sempre fez folclore das coisas, gente. Deem uma googlada e comprovem. Mas foi tanto alarde, que audiência pipocou, de certo.

Não, eu não sou da turma que defende o seriado. Apenas não super valorizo. E que também queria ver antes de declarar qualquer coisa. Fico assustada com a hoje “volta da ditadura disfarçada de questionamentos”. As pessoas não querem mais discutir, ponderar, conversar,  “conhecer antes de…”. A moda agora é ofender, é brigar, é ameaçar. E se você não concordar com ela, passar a fazer parte da facção “estúpida”. Vi muita gente compartilhando com o texto “Olha o que o estupido fez ou falou”. Desculpe, mas se sentir ofendido não lhe dá o direito de ofender. E é exatamente que fazem com quem não vota no candidato da preferência, no time do coração, não detesta a Globo e blá, blá, blá. Na boa, “tá tudo fora da ordem”.

Sim, eu sou da turma que não odeia a Globo, mas que também não a considera a coisa mais importante do mundo. Esse endeusamento é que é um dos maiores problemas. Dizem que não gostam, mas não vivem sem. Acho que dão muita importância a algo que não tem o papel de educar. Poderia também. Mas ninguém se iluda. A TV está aí para lucrar e entreter. Até teria outro papel, em outro mundo, onde as pessoas se ouvissem e gostassem de consumir a verdade e o que é educativo. Querem prova? Dou várias. Quantas vezes você acordou cedo pra assistir ao “Globo Ecologia”? E “Pequenas Empresas, Grandes Negócios”? Seu filho conhece o “Palavra Encantada”? Você sabe qual é a principal atividade econômica do Acre? Qual é o nome que se dá ao encontro do mar com o Rio Amazonas? Quais são os principais programas infantis da TV Educadora? Inclusive é a TV Educadora, empresa paga também por nós que, portanto, nos deve  “satisfação” e “obediência”. As outras são particulares, podem fazer o que quiser. É claro que dentro da lei. Se nos sentimos ofendidos, temos muitos diretos, inclusive, um processo… Mas sem essa de querer moralizar… A luta é pela igualdade, não pelos “bons costumes”, sacou?

A gente precisa é aprender a desligar a TV, quando não for o que a gente quiser ver e/ou ouvir. É comprar livros, conversar com os vizinhos, tomar um chá com bolo com os amigos, comprar DVD pra assistir  e, quando quiser, ligar a TV novamente. E conversar sobre. Se Sexo e As Negas não nos representa, por que não dialogar a respeito, ao invés de combater o incombatível, e dar forças para quem não tem?

A luta do negro pelo respeito é antiga e legítima. Não vamos enfraquecer essa busca, que existe antes mesmo da gente sonhar em nascer.  Falamos tanto em Mandela, tanto em Martin Luther King, bravos guerreiros, que lutaram pela IGUALDADE (sem violência) e agimos como os temidos barões do cacau: “Não gosto, não sei quem é, não me interessa, acaba, não vai existir”. Menos, bem menos.

Confesso também que, por outro lado, estou adorando o debate, ver gente se posicionando, mostrando não engolir toda e qualquer coisa. Nada ali tem que nos representar. Alguém vai assistir o novo seriado de Glória Peres, sobre o psicopata buscando referência? Não, né? Vamos conversar, vamos debater, refletir… Mas censurar? Ai, que preguiça.

É lógico que todo racista precisa ser punido. Por isso, vamos tomar cuidado com esse termo, pra não enfraquecer uma causa que é justa. Fico pra morrer quando ouço “alguém dizer que agora tudo é racismo”. Não, nem tudo é racismo. Mas é. Fiquemos ligados, mas tomemos cuidado pra de vítima, não virarmos réus. É só do que eles precisam. Nos enfraquecer, nos fragilizar, nos desmoralizar. Tem muita gente por aí se fazendo de bonzinho, principalmente em época de eleições, querendo “trocar votos por dentadura”.

Vumbora? Mas leve, porque tem muita coisa querendo atrasar nosso lado. Sigamos pra frente.

Respeito é bom e todo mundo gosta. Foto tirada da internet (http://klaucio7.blogspot.com.br/2013_11_01_archive.html)

Respeito é bom e todo mundo gosta.
Foto tirada da internet (http://klaucio7.blogspot.com.br/2013_11_01_archive.html)

Beijo

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